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Os Eudistas são obreiros da evangelização, trabalham pela renovação da fe do Povo de Deus. Com verdadeiro interesse para a Igreja tenha sempre os melhores pastores, colaborando segundo as suas possibilidades e o convite aos bispos em promover as vocações, na formação e no serviço e aos presbíteros e outros ministros.



Os Eudistas, sacerdotes e leigos, querem continuar e completar em si mesmos a vida do Jesus e com São João Eudes reconhece como fundamentos da Congregação:

  • A graça divina, da qual devem estar cheios os ministros para comunicar aos demais;
  • A graça divina, para ser como Jesus, seus servidores em toda sua vida;
  • A cruz do Jesus, que tomam sobre si mesmo os ministros, renunciando a si mesmos, para caminhar em prol do

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Após da morte de São João Eudes, a congregação continuou seu desenvolvimento. Perto da Revolução Francesa, os Eudistas orientavam quize seminaristas junto com alguns colégios e paroquias. A Revolução em 1792 fechou as casas de formação e dispersou aos padres. Quatro deles representados pelo padre Francisco Luis Hérbert, superior geral, foram martirizados em París. A Igreja beatificou-os em 1926.

A Congregação reconstrói-se tardiamente (1826) e com grande dificuldade, ao redor de um dos antigos

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Na França do século XVII o Eminentíssimo reverendíssimo senhor cardeal Pièrre de Bérulle cria a chamada Escola Francesa de Espiritualidade, sendo esta uma reconhecida muito importante nos estudos e reflexão sobre o Cristocentrismo na Europa do século XVII, mas enfatizando o seu apelativo místico, proposta original desta escola.

Esta caminhada e experiências espirituais enfatizavam que Cristo não somente é paradigma e motor invisível da nossa vida espiritual e que não somente estamos em